Sou Daniele, mas todos me chamam de Dani, tenho 35 anos, corpo com curvas bem feitas e rosto com traços delicados, não aparento a idade que tenho pele bronzeada e com marquinhas delicadas, nada vulgares e grosseiras.
Sou casada há dez anos, meu marido é superintendente de uma empresa renomada e por conta de seu trabalho viaja sempre. Minha vida resume-se em academia com meu personal e salões de beleza, me cuido muito, decidimos não ter filhos devido a ausência de meu marido, achamos melhor seguirmos apenas nos dois.
Vamos ao que interessa.
Pedro meu personal tem passagem livre em minha casa afinal, ele chega por volta das 6:30h para seguirmos a nossa caminhada matinal. Minha secretaria do lar prepara o café da manhã para o nosso retorno, coisinhas básicas de dieta balanceada. Hoje Pedro chegou bem mais cedo, estava no banho quando escutei o som de sua moto.
Droga não vou gozar!
Esbravejo, ensaboando meu corpo já apertando meus mamilos, me toco todas as manhãs mesmo quando meu marido sacia minhas necessidades. Termino meu banho e sigo para o quarto hidratando meu corpo, sentada em minha cama, não resisto e começo a apertar minhas pernas, seios e logo estapeio minha bucetinha lisinha e já molhada de tesão. Escuto Pedro conversando com Dalva minha secretaria, aproveito que estão entretidos na conversa e continuo minhas caricias solitárias, dedando minha buceta e massageando meu grelinho, ritmo forte, safado e gostoso não demoro muito e gozo, ofegante com minha buceta toda molhada retomo minha respiração deitada em minha cama ainda completamente despida.
Recomponho-me, vestindo algo apropriado para caminhada, vou ao encontro de Pedro. Ruivinho, olhos negros um contraste delicioso, não é do tipo marombado, Pedro é forte, mas não é aquele exagero, na cozinha pergunto para Dalva onde esta Pedro, ela avisa que ele foi dar uma volta pelo jardim e que estava a minha espera.O jardim de minha casa é amplo, com cadeiras e espreguiçadeiras confortáveis com uma piscina central, procuro por Pedro, mas não o vejo em nenhuma das cadeiras, gemidos baixinhos, mas não gemido de dor aproximo da bancada da churrasqueira e vejo Pedro com seu caralho rijo, numa punheta deliciosa. Cabecinha rosada, rola enervada, barriguinha bem feita ele assusta ao me ver, aproximo mais, agachando já roçando meus mamilos rijos no braço de Pedro que tenso guarda sua vara, pedindo desculpa.
Não precisa se desculpar, basta deixar que eu te ajude.
Falo safada com meus lábios próximos a orelha de Pedro que tremula apertando a rola dentro da calça. Vendo a reação de Pedro já começo a ajudá-lo, pegando dentro da cueca o que ele guardou que delicia de rola pulsando em minha mão, punheto gostoso sentindo o tamanho do cacete do meu delicioso personal.
Não posso ajudá-lo aqui, melhor…
Antes que eu termine de dizer Pedro, abocanha meus lábios num beijo cheio de luxuria e desejo, suas mãos correm por meu corpo apalpando minha bunda com vontade e seguindo para os seios que ele aperta o mamilo com vontade.
Vamos para meu quarto, já estou toda molhada e quero essa rola na minha boca.
Dalva estava na área de serviço, aproveitamos e subimos rapidamente para meu quarto, Pedro me despiu com violência, chegando a rasgar minha calcinha, eu amo homens assim que me pegam com vontade, com desejo. Ajoelhada, observando Pedro apenas de cueca a minha frente, começo a apalpar as bolas, dando beijinhos na virilha de Pedro, que logo se desfaz da cueca batendo com seu caralho teso em minha cara, falando do jeito que gosto “chupa safada, engole minha rola sua puta, chupa tudo”, massageando meu grelinho caio de boca no caralho de Pedro, mamando com vontade um desespero delicioso, deixando a rola toda babada, ele segura em meu rosto, fazendo com que eu fique com minha boquinha aberta batendo seu pau em minha língua, sem parar de chamar-me de puta, safada, cadela e vagabunda. Ele me deita na cama e massageia meu grelinho.
Sempre quis foder sua buceta, quando Dalva falou que a senhora estava no banho fiquei louco.
Então fode minha buceta, fode meu cuzinho, minha boca o que quiser. Eu quero gozar.
Ele me vira na cama me deixando de bruços, começa a lamber minha bunda, minhas pernas, dando tapas e chupadinhas, abre minha bunda e lambe meu cuzinho, me puxando faz com que eu fique de quatro, começa a chupar minha buceta, dando lambidas, mordidas, gozo na boca de Pedro, ele enfia a língua e da fortes sugadas, em meio as lambidas em minha buceta ele lambe meu cuzinho, que começa a enfiar o dedo, meus gemidos são abafados com as mordidas que dou no travesseiro, sou escandalosa, adoro levar rolada, surra de pida, em pé ele me ajeita e começa a foder minha buceta, estapeando minha bunda, puxando meus cabelos sem parar de chamar-me de vadia safada, eu rebolo em meio a vai e vem sentindo a rola tesa rechear toda minha buceta, lisinha e apertada. Gozo novamente que delicia de homem que rola mais gostosa, rasgando minha buceta. Enquanto fode minha buceta, enfia os dedos em meu cuzinho.
Vou encher seu cu de leitinho!
Olho de canto sorrindo em meio aos meus gemidos safados, abafados sentindo a mão dele em minha buceta, começando a massagear meu grelinho durinho e inchado, a rola deliciosa de Pedro começa a penetrar meu cuzinho, pego nas pernas de Pedro e o arranho com vontade, ele sorri. Um desgraçado safado, pede para que eu arranhe mais ainda me chamando de vagabunda, fode meu cuzinho sentindo meus rebolados safados em sua rola. Logo ele goza enchendo meu cuzinho de porra. Ele deita meu corpo na cama, chupa meus seios e massageia meu grelinho. Acariciando meu corpo e dando beijinhos ficamos na cama por algum tempo. A foda repetiu-se por mais duas vezes, Pedro continua sendo meu personal, mas muita coisa aconteceu incluindo Dalva que conto a vocês em breve.
CHATO(PACARALHO), BRINCALHÃO, SAFADO, DJ, SKATE, VIOLÃO E O RESTO VEMK NA ASK E DESCOBRE ;9
Meu nome é Renato Brandão tenho 42 anos, sou alto tenho a pele parda e cabelos pretos e procuro estar sempre em forma, apesar de não ter muito tempo para me dedicar aos exercícios. Sou casado há dez anos com uma mulher chamada Cristiane, porém não temos filhos. Moramos no Rio de Janeiro
Eu tenho uma concessionária de carros e a minha esposa é dona de um salão de Beleza muito requisitado, nos dois somos muito ocupados; E com o passar do tempo não conseguimos passar de transas mornas ou pouco quentes e o nosso casamento acabou caindo na rotina.
Sempre tivemos dificuldades para encontrar empregado, porque nos precisamos de mais do que alguém para só fazer o serviço domestico , precisamos de alguém que cuide da casa e que até mesmo more conosco. Por isso á Cristiane achou por bem chamar uma prima sua chamada Marina de Angra dos Reis que estava desempregada para ocupar a vaga de máxima confiança que estava desocupada. O que eu não podia imaginar é que ela fosse mais que uma mulher, fosse uma tentação. Morena, com uma bunda redondinha e com peitos fartos sem se comentar as pernas. E todas essas qualidades melhoravam em seu uniforme de empregada.
Depois de três meses com a Marina trabalhando lá em casa ainda me sentia muito excitado com sua presença perto de min, e quando ela ia nos servir o jantar sempre dava uma olhadinha discreta em sua bunda sem que ninguém percebesse. Eu transava com minha mulher pensando na nossa empregada.
Em um dos raros dias que resolvi sair da concessionária mais cedo, com o intuito de relaxar em casa, fui direto para o meu quarto, quando me aproximo dos meus aposentos percebo que a porta estava aberta e quando olho para dentro do quarto vejo a Marina nua, fiquei em êxtase com a visão paradisíaca que estava tendo o privilegio de desfrutar, ela ainda estava de quatro, limpando o nosso criado mudo, e com essa posição dava para ver sua bocetinha carnuda. Meu pau estava duro como pedra, e antes que pudesse anunciar minha presença ela se virou e me viu, desesperada simplesmente saiu correndo e foi para seu quarto.
Logo ela saiu do seu quarto e veio me pedir desculpas.
- Seu Renato, perdão prometo que isso nunca mais vai acontecer - Sua voz estava tremula.
- Marina relaxa, não vou contar isso para sua prima, para min isso é uma bobagem - Falei com o tom de distração, oprimindo a minha satisfação de tela visto nua.
- Obrigado seu Renato.
- De nada querida.
Depois do nosso jantar habitual eu a Cristiane transamos, como a muito tempo não transávamos, eu a penetrava com brutalidade e tesão, fazia amor com minha esposa pensando no corpo de sua prima, naquela imagem que tinha visto mais cedo, eu estava enlouquecendo de desejo, fazia a Cristiane gemer alto, sabendo que a Marina ainda não havia dormido e estava escutando.
No outro dia na minha empresa, aconteceu algo inesperado uma das peças de som automotivo caiu em meu pé, me obrigando a me afastar da empresa por alguns dias já que o medico me recomendou repouso. O que não esperava era que iria ficar mais feliz por passar mais tempo com minha empregada gostosa do que triste por me afastar da minha empresa.
Quando cheguei a casa por volta das 14h00minh, a Marina estava vestida para minha decepção, mas a sua preocupação e carinho com o meu pé recompensaram. O toque dela era como um choque para min e ela logo percebeu a minha súbita ereção enquanto ela ajeitava as almofadas atrás de min no sofá, ela me encarou e nesse momento eu a beijei mais tomado pelo desejo do que pela sanidade, ela retribui-o, mas antes que eu falece algo ela se desculpou e me evitou o resto da tarde.
No nosso jantar habitual o assunto foi meu acidente, e por sorte minha mulher não percebeu o clima entre eu e sua prima, e que ela não me olhava mais nos olhos, outra vez chamei minha esposa para nos deitar cedo, transamos mais uma vez violentamente, eu imaginava de forma muito real que aquele corpo era o da Marina e tentava aliviar todo meu tesão ali, ela gemia alto e eu tinha certeza que mais uma vez nossa empregada estava escutando.
No outro dia quando levantei por volta das 11h30min vir que a Marina já tinha preparado o almoço e estava lavando algumas panelas, simplesmente não me contive quando a vi rebolando enquanto lavava os objetos, eu ignorei tudo e apesar das dificuldades para andar eu enconchei ela na pia, ela falava “Me solta seu Renato” e quanto mais ela mandava eu a soltar mais ficava doido de tesão e dizia: “ tô louco de tesão por você Marina”, já ia levantando o seu uniforme, passando a mão na sua bunda, tentando penetrar meu dedo em sua vagina, ela lutava contra, mas eu fui firme e quando ela finalmente se virou para min eu a beijei, e já descia minha cueca samba calção, quando ela me viu totalmente pelado relutou, mas já não tinha espaço para voltar atrás, rasguei seu uniforme, a sentei na pia, tirei sua calcinha e fiz um oral delicioso nela, fiz ela ter o primeiro orgasmo só com minha língua enquanto eu saboreava o seu néctar, não demorou muito para que eu começasse a penetra - lá, penetrei violentamente, eu estava louco de desejo ela gemia como uma puta e eu a xingava de nomes como “ vai sua puta”, “minha empregada vadia e gostava vai aguentar tudinho” , não demorei muito a gozar, e depois tomamos banho juntos.
Um pouco mais tarde ela estava passava o aspirador de pó no tapete , mais uma vez fui procura-lá beijei seu pescoço e ela falava que precisava trabalhar eu ignorei, continuei a beija-la e pedia que fizesse um boquete em min, sem escolha se abaixou e começou… Ela me chupava com maestria, mas não queria gozar, por isso pedir que ela parasse e acabamos transando no tapete, eu me sentia “HOMEN” com aquela empregada safada.
Depois de uma semana voltei para o trabalho, na verdade até enrolei um pouco, mas eu me sentia outro, sempre que tinha oportunidade eu e a Marina transávamos em qualquer lugar. Como banheiro, garagem, carro e ETC… Minha vida passou a ser bem mais completa com minha empregada me servindo na mesa e na cama.
Tenho 25 anos me chamo Marcos moro em Santos em São Paulo e sou estudante de fisioterapia. Tenho 1,80m , meu corpo não é exatamente todo definido mais o suficiente para chamar a atenção das mulheres. E pretendo relatar a vocês como ocorreu uma das aventuras sexuais mais loucas da minha vida
Aquele dia começou como qualquer outro, fui para o meu trabalho de meio turno, e me sentei ao lado da minha linda colega de trabalho Sandra, que por sinal era uma mulher escultural, medidas perfeitas, bunda arrebitada e durinha e seios duros e fartos, e para completar gostava sempre de mine saias exibindo seu belo par de pernas.
Eu sempre a olhei, mais nunca fiz questão que ela percebesse, até mesmo porque ela tinha namorado e eu precisava do emprego, não queria que o ambiente de trabalho tivesse um clima ruim; Perdido em pensamento me surpreendo quando ela inicia um dialogo:
Sandra: Marcos terminei com o Renato
Eu: Nossa sinto muito Sandra.
Eu me sentir estranhamente motivado e até mesmo um pouco excitado com a notícia, apesar de nunca ter cogitado um romance com a Sandra era ela o sonho de consumo de qualquer homem. Então ela continuou a falar:
Sandra: Não se sinta assim porque a tempos que eu preciso experimentar novos sabores hahahhahaha.
Eu simplesmente fiquei sem ação, nunca imaginei a Sandra dizendo isso, e no meio dessa frase dela e daquele riso safado eu já me pegava totalmente excitado e ereto, meu pênis já parecia mais um pedra. E talvez ela tenha percebido. Antes mesmo de tentar disfarçar a ereção ela me interrompe com suas palavras extremamente seduz entes , como se ela tivesse disposta a me tentar.
Sandra: Marcos quer suco, vou pegar para min você quer ?
Eu prontamente aceitei, me flertando igualmente com ela, parecia que aquilo era surreal. Meus pensamentos foram interrompidos quando ela abriu a porta da nossa sala com dos copos de suco aparentemente de goiaba, logo a morena veio em direção a mim e de maneira muito forçada encenou deixar cair o copo de suco no meio de minhas calças molhando até minha cueca e marcando ainda mais o meu pênis já duro. Então ela logo se desculpou.
Sandra: Marcos, éééé desculpa vou pegar um pano para te ajudar a se limpar.
Ela então deixou o outro copo de suco em cima da minha mesa e rompeu pela porta do escritório, sem muito trabalho no escritório não podia negar para mim mesmo que estava adorando aquele teatro. Ela então voltou com uma flanela, e como se aquilo fosse normal me deixando totalmente sem ação ela começou a passar o pano em meu pênis, massageando minha genitália de forma muito prazerosa, nesse momento a sentei no meu colo e a envolvi em um beijo longo e excitante. Então comecei a dizer:
Marcos: Estou doido de tesão por você.
Nesse momento levantei sua saia e comecei a bater na sua bunda linda e durinha, e então como se eu tivesse voltando ao mundo real ela levanta e diz de forma seca:
Sandra: Marcos nos não podemos continuar essa loucura se encerra aqui.
Marcos: Fiquei desnorteado e não argumentei, só consentir com a cabeça e fiquei pensativo o resto do expediente.
No fim do expediente meio sem jeito perguntei se ela pegaria o mesmo ônibus que eu como é de rotina, então ela disse que sim e nos fomos para o ponto de ônibus, como também é de costume o ônibus estava lotado, então falei :
Marcos: Sandra vai nesse ou no outro ?
Sandra: È melhor irmos nesse, tudo bem para você ?
Marcos: Por mim tudo bem.
Quando entramos no ônibus ela foi na frente e eu logo atrás, e por conta da super lotação do ônibus fiquei bem atrás dela quase grudado em sua bunda, isso foi o suficiente para que eu ficasse excitado, então em um surto de desejo comecei a encosta meu pênis em sua bunda, ela olhou para traz e sorriu, então eu entendi isso como um sinal verde, a abracei por traz e beijei o seu pescoço, eu estava tomado pelo desejo, levantei um pouco sua saia e comecei a penetrar meu dedo em sua vagina, coloquei sua calcinha de lado, e com a outra mão livre eu colocava meu braço dentro da sua blusa e acariciava seus seios, ela estava entregue e eu também , nessas alturas eu já não me importava com o resto do ônibus, só comigo e com ela, então sussurrei em seu ouvido, abre as pernas e ela prontamente abriu um pouco mais e logo, tirei meu pênis meu testículo para fora do zíper da calça e conforme o balaço do ônibus eu iria penetrando, primeiro cabeça depois o resto, ela sussurrava gemidos de prazer, e teve um orgasmo, vendo isso não me segurei e não demorou muito para que gozace com a ajuda daquela situação inusitada e totalmente excitante, e então logo o cheiro de sexo inalou pelo o ambiente, então nos recompomos e sem dizer mais uma palavra desci no meu ponto e fui para casa.
No outro dia quando cheguei a empresa me surpreendo com uma moça muito bonita sentada na mesa da minha colega de trabalho safada, logo procuro saber o que era então ela me diz que à Sandra havia pedido demissão e que seu ultimo dia de trabalho foi ontem, ela lamentou que eu não soubesse, mais logo entendi que Sandra queria se despedir de minha em grande estilo, me deixando morrendo de saudade daquele corpo enlouquecedor.
